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AAPS

Começa como um projeto em 2010, entre dois Psicopedagogos recém formados, que ao terminarem o curso de Psicopedagogia Institucional e Clínica, decidem abrir um consultório Psicopedagógico. Com o projeto em mãos, muitos sonhos em mente. No entanto, os dias passaram, os dois acabaram por seguirem rumos opostos, vindo o projeto a ficar meio que guardado. Retomando a ideia inicial, o Psicopedagogo Jones, acaba por tentar novamente com outras profissionais da área, as Psicopedagogos Fabiola e Fernanda, mostra suas ideas e o projeto como um todo, afirmando o fato de que desejava não uma empresa, mas uma Associação, fato este que ampliaria a atuação do projeto.

Os anos se passaram, sem que nada conclusivo ocorresse. Quando em 2013, uma entidade social da qual o professor Jones participava, tem seu fundador falecido e os outros sócios decidem encerrar as atividades, fato este que o pastor Ubiraci tenta evitar propondo uma união entre esta entidade e o projeto do professor Jones, o que é aceito. Logo a seguir com o projeto já adaptado em conformidade com a entidade social beneficente, é batizado com o nome de AAPS - Associação de Aprendizagem, Psicopedagogia e Assistência Social. 

Em sua mais pura excência, ainda como um sonho idealizado por dois jovens profissionais, ansiosos por atuarem e auxiliarem crianças e jovens com problemas de aprendizagem, agora com a possibilidade de uma entidade de tamanho ainda não dimensionada, possibilidades das mais vastas, se associam com profissionais da Asssistência Social para atenderem, não somente os fatos educacionais, os problemas familiares ali envolvidos.

Está é a AAPS, uma Associação que nasce com imensos ideais, propostas desafiadoras, para uma população ainda muito carente de bons profissionais, na área da aprendizagem inclusiva. 

 

 


 

 

 

Senadores aprovam regulamentação da profissão de psicopedagogo 

A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (5) projeto de lei da Câmara dos Deputados (PLC 31/2010) que regulamenta a atividade de Psicopedagogia. Pelo texto, a profissão poderá ser exercida por graduados e também por portadores de diploma superior em Psicologia, Pedagogia ou Licenciatura que tenham concluído curso de especialização em Psicopedagogia, com duração mínima de 600 horas e 80% da carga horária dedicada a essa área. 

Uma emenda assegurou ainda a inclusão dos fonoaudiólogos na lista de profissionais aptos a exercer a profissão, após a especialização exigida. Essa alteração foi feita durante o exame da proposta na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), em outubro passado. O relator na CAS, senador Cyro Miranda (PSDB-GO), sugeriu a manutenção do texto como veio da comissão anterior.

A proposta recebeu decisão terminativa, o que dispensa análise em Plenário, a menos que haja recurso com esse objetivo. Agora terá que retornar à Câmara, para exame das modificações feitas pelo Senado. Houve ainda ajustes no texto para evitar conflitos de competência da nova atividade com outras profissões já regulamentadas.

Apresentado à Câmara pela deputada Raquel Teixeira, o projeto também autoriza o exercício aos portadores de diploma de curso superior que já venham exercendo, ou tenham exercido, comprovadamente, suas atividades profissionais em entidade pública ou privada até a data de publicação da lei.

Cyro Miranda festejou a aprovação, lembrando que a matéria já tramita há 11 anos desde sua apresentação. Na análise, ele salientou que o projeto não pretende impor reserva de mercado, pois estende a atividade a graduações em áreas afins e aos profissionais de educação e de outras áreas, após formação complementar em Psicopedagogia.

De acordo com a Associação Brasileira de Psicopedagogia, existem cerca de 100 mil psicopedagogos formados no Brasil. São profissionais que não atuam somente nas escolas, mas em diferentes instituições. Segundo o relator, com a regulamentação da atividade, cria-se uma identidade e exige-se dos profissionais a ética e a formação necessárias para que possam desempenhar com competência seu ofício.

http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/02/05/senadores-aprovam-regulamentacao-da-profissao-de-psicopedagogo

 

 

Como identificar crianças e adolescentes com problemas de aprendizagem:

 

  • Crianças com claros sinais de atrasos de aprendizagens em relação as outras crianças na mesma faixa etária de idade/série;
  • Que precisam de métodos e processos diferenciados de aprendizagem em relação aos demais de sua classe;
  • Que apresentam déficit de aprendizagem em relação aos colegas de mesma idade/série;
  • Aquelas que apresentam dificuldades em entender e aprender o conteúdo trabalhado, assim acabam por ficarem muito distantes dos demais, apresentando distorções sérias de conhecimento em relação aos demais de sua turma.

 

Crianças e adolescentes com estas características necessitam de um acompanhamento especializado, para que possam superar estas dificuldades e carências educacionais. Nestes casos o acompanhamento psicopedagógico clinico se faz necessário.